A queda nas vendas de jornais é um tema ainda atual, mas a fase do desespero já passou .
Nas redações, buscam-se agora estratégias para a convergência de mídias.
Meu foco, porém, foi o declínio das bancas no meu bairro em virtude da internet, principalmente. Usei um celular Nokia N95 como câmera. A imagem e o som têm ótima definição.
A edição foi o maior problema, já que não consegui fazer a mixagem como pretendia. Há um degrau absurdamente grande entre o off e o on. Mas o WMM é muito prático.
Também me faltou habilidade para colher informações mais consistentes sobre o tema. O resultado me frustrou, mas não havia mais tempo para reformular o projeto.
Quem sabe numa próxima experiência?... Confira e tire suas conclusões.
http://br.youtube.com/watch?v=z2cMBGkEeT8
sábado, 18 de outubro de 2008
sexta-feira, 3 de outubro de 2008
Árvore de concreto
Uma figueira cinqüentenária, mas ainda viçosa, está com os dias contados nas proximidades do Centro de Guarulhos.
A Prefeitura decidiu derrubá-la com o argumento de que esta é a única solução possível para dar segurança aos pedestres no local.
Tomados de revolta, os ecologistas foram até lá, mas desistiram do tradicional abraço de mãos dadas em torno dessa vítima do progresso. Depois de uma reflexão, concluíram que o quadro é complicado.
A árvore ocupa uma faixa de aproximadamente 1,5 m entre a avenida Guarulhos e a rua Antônio Iervolino, o que causa espanto aos menos avisados.
As duas vias têm trânsito intenso durante todo o dia e pontos de ônibus de elevada densidade demográfica. Na hora do rush, ninguém pode mexer um braço, muito menos espirrar.
Mas a cena não era essa quando a árvore foi plantada na década de 50.
Na época, a cidade tinha apenas 35 mil habitantes e integrava o chamado cinturão verde que fornecia legumes e verduras à vizinha São Paulo.
Tomados de revolta, os ecologistas foram até lá, mas desistiram do tradicional abraço de mãos dadas em torno dessa vítima do progresso. Depois de uma reflexão, concluíram que o quadro é complicado.
A árvore ocupa uma faixa de aproximadamente 1,5 m entre a avenida Guarulhos e a rua Antônio Iervolino, o que causa espanto aos menos avisados.
As duas vias têm trânsito intenso durante todo o dia e pontos de ônibus de elevada densidade demográfica. Na hora do rush, ninguém pode mexer um braço, muito menos espirrar.
Mas a cena não era essa quando a árvore foi plantada na década de 50.
Na época, a cidade tinha apenas 35 mil habitantes e integrava o chamado cinturão verde que fornecia legumes e verduras à vizinha São Paulo.

A rua Antônio Iervolino e a avenida Guarulhos corriam paralelas à linha do trem da Cantareira, imortalizada por Adoniran Barbosa na música “Trem das Onze”.
Nesse meio século, Guarulhos tornou-se o segundo maior município do estado em geração de riquezas e população – 1,3 milhão de habitantes, segundo o IBGE .
Cortada por rodovias como a Presidente Dutra, Fernão Dias e Ayrton Senna, abriga ainda o mais movimentado aeroporto do país, pelo qual circulam aproximadamente 100 mil pessoas por dia.
A árvore não tem mais espaço na paisagem, mas continuará a existir na memória dos que tiveram a oportunidade de vê-la sorrir.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Edição de fotos - David contra Golias
Tirei várias fotos com o celular, com o cuidado de evitar a interferência do dedo (acontece).
O resultado foi bom, mas poderia ser muiiito melhor.
Escolhi as fotos de uma amiga alegre e feliz, mesmo sem Prozac.
O resultado foi bom, mas poderia ser muiiito melhor.
Escolhi as fotos de uma amiga alegre e feliz, mesmo sem Prozac.
Para editar a foto, sofri um pouco. A tesoura não me obedecia na hora de recortar, o mesmo se repetindo com o resize. Mas pensei comigo: Deus é grande!
Depois de muitas tentativas, como naquele jogo de resta uma, achei o caminho das pedras.
Agora o Jorge Araújo tem um concorrente.
Depois de muitas tentativas, como naquele jogo de resta uma, achei o caminho das pedras.
Agora o Jorge Araújo tem um concorrente.
domingo, 21 de setembro de 2008
Transição da web 1.0 à web 2.0
A explosão da bolha especulativa da internet no final dos anos 90 deixou muita gente desnorteada.
Era difícil de prever o que viria depois daquela onda que sacudiu o mundo.
Minha experiência com a web 1.0 foi marcada pela utilização do e-mail para fins profissionais, não raro descambando para outros campos.
A possibilidade de fazer entrevistas via instant messenger era mais uma afirmação de modernidade da qual ninguém escapava.
A web 1.0 vingou rapidamente nas empresas por agilizar as comunicações internas e permitir um relacionamento mais ágil com clientes e fornecedores.
O foco estava nos negócios imediatos e futuros com as chances abertas pelo comércio eletrônico. Muitos empresários investiam simplesmente para "marcar posição".
Outros queriam descobrir uma forma de ganhar dinheiro, e não faltavam "cases" milionários para reforçar essa crença.
A explosão da bolha representou a volta à realidade e não o fim das grandes navegações.
Concordo com Tim O’Reilly quando ele diz que a web 1.0 tem a cara do Netscape enquanto a web 2.0 tem a cara do Google.
A comparação não é pejorativa, mas baseada na relação que cada uma delas mantém com o mercado.
O Netscape em sua época tinha aspecto sisudo e pouco jogo de cintura. A imagem do Google é de algo que se desdobra em milhões de possibilidades ao oferecer serviços e soluções ao usuário.
Nesse sentido, o Google reflete a imagem atual da internet onde tudo parece fazer parte de um imenso caldeirão.
Chama a atenção na web 2.0 a valorização da arquitetura das páginas, que parece jogar na tela não uma, mas dezenas de iscas. Isso tanto serve para atender a diversidade de interesses na rede como também prender o internauta por mais tempo.
Também a interatividade é marca da web 2.0 ante a relativa passividade imposta pela 1.0.
Essa característica provocou mudanças também no jornal impresso, que busca formas de pegar carona no on-line.
Na realidade, o leitor/internauta deixou a condição de pauteiro eventual para se transformar em fornecedor de conteúdo.
Atentos a isso, alguns portais abrem espaço para comentários, que às vezes são informativos e polêmicos. Outros pedem abertamente que o leitor atue como repórter enviando matérias ou fotos à redação.
Mais ainda, há jornais feitos por leitores, como o ohmynews.com. Isto sem contar blogs, que melhor expressam conteúdo e interatividade.
Era difícil de prever o que viria depois daquela onda que sacudiu o mundo.
Minha experiência com a web 1.0 foi marcada pela utilização do e-mail para fins profissionais, não raro descambando para outros campos.
A possibilidade de fazer entrevistas via instant messenger era mais uma afirmação de modernidade da qual ninguém escapava.
A web 1.0 vingou rapidamente nas empresas por agilizar as comunicações internas e permitir um relacionamento mais ágil com clientes e fornecedores.
O foco estava nos negócios imediatos e futuros com as chances abertas pelo comércio eletrônico. Muitos empresários investiam simplesmente para "marcar posição".
Outros queriam descobrir uma forma de ganhar dinheiro, e não faltavam "cases" milionários para reforçar essa crença.
A explosão da bolha representou a volta à realidade e não o fim das grandes navegações.
Concordo com Tim O’Reilly quando ele diz que a web 1.0 tem a cara do Netscape enquanto a web 2.0 tem a cara do Google.
A comparação não é pejorativa, mas baseada na relação que cada uma delas mantém com o mercado.
O Netscape em sua época tinha aspecto sisudo e pouco jogo de cintura. A imagem do Google é de algo que se desdobra em milhões de possibilidades ao oferecer serviços e soluções ao usuário.
Nesse sentido, o Google reflete a imagem atual da internet onde tudo parece fazer parte de um imenso caldeirão.
Chama a atenção na web 2.0 a valorização da arquitetura das páginas, que parece jogar na tela não uma, mas dezenas de iscas. Isso tanto serve para atender a diversidade de interesses na rede como também prender o internauta por mais tempo.
Também a interatividade é marca da web 2.0 ante a relativa passividade imposta pela 1.0.
Essa característica provocou mudanças também no jornal impresso, que busca formas de pegar carona no on-line.
Na realidade, o leitor/internauta deixou a condição de pauteiro eventual para se transformar em fornecedor de conteúdo.
Atentos a isso, alguns portais abrem espaço para comentários, que às vezes são informativos e polêmicos. Outros pedem abertamente que o leitor atue como repórter enviando matérias ou fotos à redação.
Mais ainda, há jornais feitos por leitores, como o ohmynews.com. Isto sem contar blogs, que melhor expressam conteúdo e interatividade.
busca: a cura do stress
COMENTÁRIOS:
Os cinco primeiros resultados não trouxeram exatamente dicas para a cura do stress. As melhores respostas ligadas ao tema nesse grupo de 40 (5x8) são as da www.saudeevida.com.br e da www.viamedico.com.br. Ambos explicam o que é stress e sugerem medidas de combate. www.Saudeevida aparece em segundo lugar no google e em primeiro no yahoo e no search msn. É interessante notar a presença do spa olímpia no rador uol (em 4º lugar) e no Clusty (em 3º). Mas cura também é uma das palavras-chave. Nesse sentido, o search.msn trouxe a manssagem da cura do sono oferecida pelo www.ecilia.pt. Sugestivo também é o site www.psicosessuologia.it.
O blog lixo especial, que surge em 1º no Google, está desatualizado e o texto nada tem a ver com a cura do stress. O site mineraisdobrasil.com.br também nada acrescenta se o internauta quer cura, mas aparece no yahoo e no search msn e pode atrair curiosidade por outras razões. O que fazem ocartunista.com.br e perguntascretinas.com.br nesse contexto? Atendem à imensa diversidade da rede. Os desdobramentos não param nunca.
Os cinco primeiros resultados não trouxeram exatamente dicas para a cura do stress. As melhores respostas ligadas ao tema nesse grupo de 40 (5x8) são as da www.saudeevida.com.br e da www.viamedico.com.br. Ambos explicam o que é stress e sugerem medidas de combate. www.Saudeevida aparece em segundo lugar no google e em primeiro no yahoo e no search msn. É interessante notar a presença do spa olímpia no rador uol (em 4º lugar) e no Clusty (em 3º). Mas cura também é uma das palavras-chave. Nesse sentido, o search.msn trouxe a manssagem da cura do sono oferecida pelo www.ecilia.pt. Sugestivo também é o site www.psicosessuologia.it.
O blog lixo especial, que surge em 1º no Google, está desatualizado e o texto nada tem a ver com a cura do stress. O site mineraisdobrasil.com.br também nada acrescenta se o internauta quer cura, mas aparece no yahoo e no search msn e pode atrair curiosidade por outras razões. O que fazem ocartunista.com.br e perguntascretinas.com.br nesse contexto? Atendem à imensa diversidade da rede. Os desdobramentos não param nunca.
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